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Ser um coleccionador de figuras não é tarefa fácil. Não só pela dificuldade em encontrar as melhores e mais raras figuras (especialmente em Portugal), como também pelo grande montante em dinheiro que nos vemos obrigados a dispensar se queremos completar todas as nossas colecções que expomos orgulhosamente na(s) estante(s) do quarto.
O meu problema reside no segundo caso. Tendo finalmente conseguido encontrar os pretendidos robôs que já tanto vira na Internet, só me faltavam os 40€ para os comprar. Acontece que eu quero dois – Guren e Lancelot, do anime Code Geass – o que perfaz um total de 80€. Nada bom sinal.
Vi-me então envolvida num complexo caso de “não-ter-dinheiro-suficiente” que me levou a pedi-lo aos meus pais, a procurar emprego e até a guardá-lo em vez de comprar o típico lanchinho da manhã, mas até agora tudo o que consegui foram 7€. Claro que, como não podia deixar de ser, toda esta situação me fez pensar e me levou a escrever esta Crónica sobre a minha reflexão.
Todos nós queremos algo na vida. É o que nos mantém vivos e nos dá forças para continuar (excepto aos idiotas que desistem à primeira). Já dizia o Lelouch, de Code Geass: “É essa a diferença entre viver e simplesmente existir”. Querer estes robôs (uma analogia tola, talvez), abriu-me muitas portas. Não só luto para os ter, como também me sinto bem ao fazê-lo! A infinidade de possibilidades é enorme, e dá-me a oportunidade de novas experiências, novos sentimentos, milhares de opções. Além disso, escolha eu o caminho que escolher (que não será certamente o mais fácil), quando finalmente adquirir os robôs, eles terão um significado especial, pois tê-los-ei conseguido com o meu próprio suor. E não só isto, mas tudo na vida. Não me importa que as raparigas do autocarro se riam por me ouvirem dizer que quero robôs, pois no final sou eu quem tem este regozijo interior (e os robôs :p).
E quando os conseguir, coisa de que não duvido, há um Vash à minha espera e ao qual certamente não faltarei.
O meu problema reside no segundo caso. Tendo finalmente conseguido encontrar os pretendidos robôs que já tanto vira na Internet, só me faltavam os 40€ para os comprar. Acontece que eu quero dois – Guren e Lancelot, do anime Code Geass – o que perfaz um total de 80€. Nada bom sinal.
Vi-me então envolvida num complexo caso de “não-ter-dinheiro-suficiente” que me levou a pedi-lo aos meus pais, a procurar emprego e até a guardá-lo em vez de comprar o típico lanchinho da manhã, mas até agora tudo o que consegui foram 7€. Claro que, como não podia deixar de ser, toda esta situação me fez pensar e me levou a escrever esta Crónica sobre a minha reflexão.
Todos nós queremos algo na vida. É o que nos mantém vivos e nos dá forças para continuar (excepto aos idiotas que desistem à primeira). Já dizia o Lelouch, de Code Geass: “É essa a diferença entre viver e simplesmente existir”. Querer estes robôs (uma analogia tola, talvez), abriu-me muitas portas. Não só luto para os ter, como também me sinto bem ao fazê-lo! A infinidade de possibilidades é enorme, e dá-me a oportunidade de novas experiências, novos sentimentos, milhares de opções. Além disso, escolha eu o caminho que escolher (que não será certamente o mais fácil), quando finalmente adquirir os robôs, eles terão um significado especial, pois tê-los-ei conseguido com o meu próprio suor. E não só isto, mas tudo na vida. Não me importa que as raparigas do autocarro se riam por me ouvirem dizer que quero robôs, pois no final sou eu quem tem este regozijo interior (e os robôs :p).
E quando os conseguir, coisa de que não duvido, há um Vash à minha espera e ao qual certamente não faltarei.
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Yagi
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